1ª CORRIDA DO SOLDADO BOPE: “Missão dada é missão cumprida” pelo juiz-forano Sidinei Costa

* Reportagem: Priscila Oliveira ; Fotos: arquivo pessoal / Sidinei Costa

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Sidinei no Batalhão do BOPE

Sidinei Costa (Vidativa) cumpriu os 6km da 1ª Corrida do Soldado BOPE (Batalhão de Operações Policiais Especiais do Rio de Janeiro) com louvor no último domingo, 14, e voltou do Rio de Janeiro (RJ) para Juiz de Fora (MG) com muita história para contar. “Que prova doida, viu?! Começou com uma subida de 1,2km até a área de treinamento de tiros do Bope, onde fomos recebidos com disparos de foguete. Depois, encaramos uma descida bem forte, muito íngreme, de mais ou menos 2km, que exigiu muito das pernas”, destacou.

A prova aconteceu entre os bairros das Laranjeiras e do Catete, na Zona Sul da Cidade Maravilhosa, e ainda contou com a incursão de “domínio” de uma comunidade carioca. ”Chegando no Largo do Machado, única parte plana da prova, achei que fosse conseguir acelerar o ritmo, mas sem chances… As pernas já não obedeciam mais. Para completar, para chegar de novo no batalhão, mais uma subida pela comunidade de Tavares Bastos. Aí não teve jeito, tive que caminhar algumas vezes. Mas, com o apoio de uma dos soldados do Bope, que estava participando, concluí correndo a última subida até completar, em 35min45s”.

Real x ficção

Para o juiz-forano, uma das principais realizações pessoais com o circuito foi a chance de sentir na pele o que os interessados em ingressar na “tropa de elite da polícia do Rio de Janeiro” enfrentam no dia a dia – sem falar na possibilidade de distinguir o real da ficção.

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Cruzes com os números dos soldados que “pediram para sair”

“Vivenciar um pouco a atmosfera do Bope foi incrível. Fomos chamados pelo número de corrida o tempo todo, a largada foi dada por um toque de corneta e uma espécie de bomba, os ‘staffs’ que marcavam o percurso eram os próprios ‘homens de preto’… Foi uma prova dura e uma das coisas que mais me chamou atenção foi a parte das cruzes, porque todos os ‘aspiras’ que ‘pedem para sair’ tem que colocar a própria cruz, mas achei que isso fosse só no filme”, revelou.

Já que a missão foi dada e prontamente cumprida, Sidinei não vê a hora de ser desafiado novamente pelos “caveiras”. “Eles disseram que vão fazer a corrida de novo, ano que vem. Foi um sucesso e todos os participantes querem a segunda edição. Eu, com certeza, estarei lá”.

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