CARIOCA DE CORRIDAS DE MONTANHA: JF Mountain Club foi campeã por equipes em Petrópolis

Ao todo, cinco atletas de Juiz de Fora subiram ao pódio da categoria Longo (14km)

Equipe juizforana em Petrópolis, RJ (Foto: arquivo Evandro Chicanele)

Equipe juizforana em Petrópolis, RJ (Foto: arquivo Evandro Chicanele)

O desafio de 14km, a quase 1500 metros de altitude, foi dado e a missão foi prontamente cumprida pelos atletas do JF Mountain Club, grande campeã por equipes na terceira etapa do Campeonato Carioca de Corridas de Montanha com 28.845 pontos em Petrópolis, na região serrana do Rio de Janeiro.

Na categoria Longo, os destaques entre os representantes de Juiz de Fora (MG) ficaram com os corredores Carlos José Esteves Souza (Caju, campeão da faixa 25-29 anos, com 01:39:51 de prova), Evandro Chicanele (campeão da 30-34, 01:46:26), Heraldo José Gonçalves Maciel (campeão por faixa não divulgada, com 01:53:45), Renato Souza Gomes (vice-campeão acima de 60 anos, 02:20:06) e Thais Matioli (campeã por faixa não divulgada, com 02:37:28 de trajeto).

“Mandamos muito bem. As subidas estavam muito fortes, mas o visual de cima era maravilhoso, com as nuvens tampando tudo lá embaixo… Foram 2km de descida e só subida depois – mata fechada, muitas árvores e pedras no caminho, a ponto de ter que ficar no chão para ultrapassar durante um momento. Dos 3km até os 8km, praticamente 80% foram andando, com descidas em mata fechada, muito escorregadias e perigosas também. Levei no mínimo quatro tombos e fiquei com as pernas bastante arranhadas, mas faz parte. Se eu já estava empolgado antes, imagine agora… Ontem foi meu dia e estou feliz demais, mas tenho que treinar muito ainda porque minha faixa é pesada”, relatou Chicanele.

Os atletas Luiz Bastos e Rodrigo Aroeira ficaram na 4ª e 6ª colocações da faixa 30-34 (tempos de 01:49:36 e 02:00:23, respectivamente), enquanto Rafael Frascaroli terminou em 6º numa faixa não divulgada (02:21:14) e Eloiso André completou os bons resultados do grupo com o 7º lugar na faixa de 40 anos (02:30:26).

“Essa foi considerada a prova mais difícil do circuito de montanhas do Rio – muito técnica, com subidas intermináveis e descidas muito difíceis, por serem escorregadias, terem cipós e pedras, era fácil torcer o pé. Foi muito boa, apesar de duríssima. Valeu muito a pena, o visual era maravilhoso. Todos corremos muito bem, a equipe estava preparada, mas tinha muita gente de outros lugares e estados. A vitória foi uma ótima surpresa e ganhar a faixa também. Eu não esperava mesmo”, completou Thais.

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