Juiz-forano se classifica para o Campeonato Brasileiro de Aquathlon

* Priscila Oliveira; Fotos: arquivo pessoal

jefferson britto aquathlon rio etapa 2 - pessoal

Próximo desafio de Jefferson Britto é em Brasília (DF)

Passados quase dois meses da abertura do Campeonato Estadual de Aquathlon do Rio de Janeiro, onde chegou à  25ª colocação geral e venceu a faixa 25-29 no desafio pela Fortaleza de São João, na Urca, Jefferson Britto (VidAtiva) voltou a representar Juiz de Fora muito bem na competição fluminense. Além de se manter invicto na categoria, o atleta melhorou seu índice, conquistando o 14º lugar geral da segunda etapa, realizada no último domingo, 24, na praia de Copacabana. As distâncias foram 1km de natação e 5km de corrida.

“A prova foi realizada de um modo diferente. Na primeira etapa, em fevereiro, corremos 2,5km, nadamos 1km e corremos 2,5km. Dessa vez, mudou o circuito em função dos Jogos Olímpicos. Em Copacabana, a gente nadou 1km e correu 5km, na Avenida Atlântica. A disputa foi bem complicada, porque tinha muito sol e a água estava extremamente gelada. Quando saí do mar para correr, senti calor e frio ao mesmo tempo – o corpo estava gelado e o ar, abafado. No decorrer da prova, o calor foi só aumentando”, revelou.

Mesmo com as adversidades, Britto fez questão de buscar outro bom resultado para a terra natal.  “Foi uma prova muito boa. Foi minha primeira competição depois de uma lesão no joelho, durante o XTerra Ibitipoca. Não nadei muito bem, mas corri forte e consegui esse primeiro lugar da categoria, além de ficar entre os 15 melhores da prova. Graças a Deus deu tudo certo”.

‘Primeiro Brasileiro’. Uma etapa de cada vez

Com a segunda vitória no Estadual de Aquathlon, Jefferson alcançou a tão sonhada classificação para o Campeonato Brasileiro, que é dividido em duas etapas: uma em Brasília (DF) e outra, em Manaus (AM). “É meu primeiro Brasileiro. Estou ‘felizão’. Nado desde os 12 anos de idade e lá se vão quatorze anos no esporte. Em 2014, fiquei bem próximo de uma classificação brasileira, mas não deu. Consegui índice, mas preferi não participar. Como estava ‘velho’ para nadar, migrei para o triathlon e resolvi investir nessa modalidade para participar mais de campeonatos estaduais, conseguir uma vaga no Brasileiro e, quem sabe, até alguma em Mundial. Esse Brasileiro vale vaga para o Mundial no México, mas não estou pensando nisso. Por enquanto, quero ficar bem classificado e, a partir do ano que vem, ter ambições um pouco maiores. Este ano meu objetivo era conseguir essa vaga. Agora que consegui, o negócio é chegar lá e fazer a prova bem. Uma etapa de cada vez”, finaliza.

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